Homossexualidade é relacionada a duas mortes que chocaram o Brasil




Enquanto temos políticos que fazem de tudo para barrar leis que protegem os homossexuais, seja contra a homofobia, ou seja uma simples distribuição de kits orientando sobre a diversidade sexual nas escolas, vítimas continuam aparecendo por todo o país.

Em uma o rapaz é vítima de Bullying e na outra o assassino mata a namorada porque ela descobriu um vídeo dele com outro homem, se esse fosse um país que respeitasse a diversidade sexual, nenhuma dessas mortes teriam acontecido.

Aos nobres políticos que atacam os projetos de interesse da comunidade LGBT, as mãos de vocês, hoje, estão sujas de sangue.


PRAGMATISMO - Menino vítima de bullying homofóbico se enforca com o cinto da mãe; família não se conforma


No último dia 17 de fevereiro um garoto se suicidou na cidade de Vitória por não suportar o bullying homofóbico que sofria na escola. Rolliver de Jesus se enforcou com um cinto da mãe e foi encontrado desacordado pelo pai. Ele chegou a receber socorro, mas não resistiu.

“Eles o chamaram de gay, bicha, gordinho. Às vezes ele ia embora chorando“, contou um colega de Rolliver. De acordo com o site “Folha Vitória”, o menino deixou uma carta de despedida, onde dizia não entender porque sofria tantas humilhações.

A mãe do garoto, Joselia Ferreira de Jesus, já tinha informado à direção da escola e pedido a transferência dos seus três filhos, mas a escola informou que os irmãos teriam que ser separados e irem cada um para uma escola diferente. A mãe não aceitou a solução. “Eu não tinha denunciado a situação desse meu filho, mas de outro. O Conselho Tutelar também sabia. Eu pedi o remanejamento dos meus três filhos, mas disponibilizaram vagas em escolas diferentes”, lamentou a mãe.


Fonte: Pragmatismo.


G1  - Rapaz mata namorada por vídeo dele com outro homem em MT, diz polícia


Um rapaz de 25 anos foi preso por suspeita de matar a namorada de 21 com vários golpes de canivete e esconder o corpo por três dias em uma área de mata no município de Ipiranga do Norte, a 455 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, o suspeito confessou o crime e alegou que a vítima tinha um vídeo que mostrava ele mantendo relações sexuais com outro homem em uma boate em Tapurah, a 414 km da capital, onde moravam.

"O suspeito alegou que a vítima tinha um vídeo e esse vídeo mostrava ele com outro rapaz em momentos íntimos em uma boate e, por causa disso, ele a levou para a mata", pontuou Rossana. De acordo com a polícia, ela teve perfurações por todo o corpo e, depois de assassiná-la, ele também tentou se matar. "Ele [suspeito] ficou o tempo todo ao lado do corpo, sem comer e nem beber, possivelmente", completou a escrivã.

Fonte: G1

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