Crítica: Cemitério Maldito 2

Continuação do famoso Cemitério Maldito, filme que foi feliz até na escolha da trilha sonora - Pet Sematary dos Ramones foi sucesso mundial - a película entrou para a história das continuações que viraram um desastre.

Cemitério Maldito tem por mérito a atmosfera sombria e as mortes cinistras, fazendo o espectador ficar apreensivo e levar alguns sustos durante o filme, mas a continuação optou por fazer um terror colegial baseado em um roteiro completamente sem sentido. É claro que os atores mirins não conseguem interpretar o pânico que deveriam transmitir, mesmo tendo o famosinho da época, Edward Furlong, como um dos atores principais. O roteiro tenta ambientar no início mas não consegue, os diálogos não funcionam, nem os relacionamentos convencem, além de dar a impressão de terem corrido com o filme, sem explicação ele chega no final como se não tivesse passado pelo meio.

De curioso temos a presença do Furlong, que foi uma grande promessa que não deu certo, e do ator Anthony Edwards, consagro no famoso seriado E. R. ( Plantão Médico ).

Sinopse:

Jeff Matthews (Edward Furlong) é filho de Renee Halow (Darlanne Fluegel), uma atriz de filme de terror que morreu acidentalmente durante uma filmagem, quando recebeu um enorme choque elétrico. Jeff se muda com Chase Matthews (Anthony Edwards), seu pai, um veterinário, para o campo e lá Jeff faz amizade com Drew Gilbert (Jason McGuire), um tímido garoto que é maltrado por Gus Gilbert (Clancy Brown), seu padrasto, que é o xerife local. Jeff também descobre um antigo cemitério indígena, no qual pessoas e animais que ali são enterrados voltam à vida.


Trailer:



Nem o trailer ajuda. 

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