Crítica: Presságio


O trailer de Presságio anuncia mais um filme catástrofe, com grande elenco, Nicolas Cage, e efeitos especiais de tirar o fôlego - a cena do avião é muito bem feita. Achou que seria mais um 2012? Bom, mais ou menos, sim tem crianças bonitas, tem dois personagens desiludidos com o amor e uma história acessível a pessoas comuns, quem não se identifica com um professor?

Mas você vai se decepcionar se estiver buscando apenas efeitos especiais, e vai se surpreender se estiver julgando o filme pela capa, ou melhor, trailer. Presságio tinha tudo para ser um filme cheio de clichês, mas não é. Tem efeitos especiais? Sim, mas eles não são a razão de ser do filme, tal como é em 2012. Tem uma história bonitinha no início? Sim, e ela vai levar a um final épico capaz de te fazer pensar sobre religião e origem da vida. Tem personagens desiludidos com o amor e/ou com a vida? Sim, eles vão se encontrar, mas não vão dar sequer um beijo. E as crianças? Não estão lá só para você achá-las bonitinhas, elas são papel fundamental no filme.

Presságio é inteligente, fascinante, te leva a pensar e te deixa boquiaberto com o final surpreendente, como se não bastasse, ainda temos uma bela interpretação do Nicolas Cage.

Presságio é muito mais do que você imagina.


Sinopse: Nicolas Cage é um professor que, ao examinar o conteúdo de uma cápsula do tempo, descobre alguns desenhos feitos por alunos de uma escola em 1958. Em uma das folhas, há coordenadas de datas, mortes e desastres que aconteceram nestes 50 anos. Ele conclui que algumas delas ainda não ocorreram e que o mundo acabará em uma semana, mas de alguma forma, ele e seus filhos estão relacionados com as tragédias.

Trailer:


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