Crítica: O Curioso Caso de Benjamin Button


O que seria de um homem que rejuvenesce ao invés de envelhecer? Seria a idéia principal desse filme estrelado por Brad Pitt.

A idéia é fascinante e funciona muito bem em alguns momentos, sobretudo pela negativa do filme em explicar o motivo disso acontecer, afinal não tem explicação, mesmo porque não é um filme científico, e sim de romance.

O romance é bonito, pois transmite a sensação de incondicional mesmo com data marcada para acabar, o drama é colocado em doses certas, contudo o sentimento que passa é que o filme deixa passar as milhares de possibilidades de uma vida excepcionalmente diferente. Mostra pouco da infância de velhice dele, não trabalha com a possível revolta que ele teria, e mostra muito pouco de uma juventude com a experiência de alguém que já viveu uma vida.

O Curioso Caso de Benjamin Button deixa a oportunidade de ser um filme único, por ter uma idéia inédita, para ser mais um filme de romance, romance esse que é bonito mas não empolga. O pior de tudo é que tempo, por mais clichê que possa parecer, não faltou. O filme é longo e a única coisa que fica são as belas paisagens.

O melhor ator do filme? Com certeza a maquiagem. Brad Pitt está convincentemente muito mais velho do que é e muito mais jovem do que aparenta ser, uma obra de arte.

Sinopse: Nova Orleans, 1918. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu de forma incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta anos mesmo sendo um bebê. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo, Button rejuvenesce. Quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate Blanchett), da mesma idade que ele, por quem se apaixona. É preciso esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam enfim se envolver.

Trailer:


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