Psicóloga que diz "curar" gays compara homossexualidade ao nazismo


O fanatismo religioso ultrapassa todas as barreiras do bom senso e dos direitos humanos. Depois evangélicos reclamam que são vítimas de blogs, mas não enxergam que eles condenam todo mundo que não é evangélico, os ditos "do mundo". Eles criticam em blogs, rádios, revistas, jornais e até na TV; e não querem que as pessoas do mundo não reagem?

É uma pena que não existe cura para a ignorância humana, que faz, por dinheiro, enganar milhões de pessoas, se passando por enviado de Deus. Ou, que faz, por carência ou falta de inteligência, acreditar num espertalhão que está ali só para se aproveitar de quem não tem capacidade para questionar.

A psicologa do texto abaixo mostra até onde pode ir uma ignorância religiosa, fanatismo, pregando contra os preceitos da própria profissão e da Organização Mundial de Saúde. Como eu disse, eles não respeitam NADA. AH sim, ela também mostra que é uma pessoa totalmente ignorante da história humana, pois, se tem algum grupo próximo ao nazismo, esse seria o dos fanáticos religiosos, não o de uma minoria oprimida por uma sociedade covarde e preconceituosa.


A Capa - A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, foi entrevistada pela revista Veja desta semana, onde fala sobre sua "terapia" de "conversão" de gays.

Na entrevista, a psicóloga, que foi censurada publicamente na semana passada pelo Conselho Federal de Psicologia, defendeu veemente suas opiniões e, entre outras coisas, comparou o movimento LGBT ao nazismo.

"O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. (...) Todos os movimentos de desconstrução social estudaram o nazismo profundamente, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas. Por que hoje um ovo de tartaruga vale mais do que um embrião humano? Por que se fala tanto em leis para assassinar crianças dentro do ventre da mãe? Porque existe uma política de controle de população que tem por objetivo eliminar uma parte significativa da nação brasileira. Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo. Essas políticas públicas todas acabam contribuindo para o extermínio da população. Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial", falou Justino.

A psicóloga disse ainda que se sente perseguida e discriminada pelo CFP e, quando questionada se não seria cruel dizer que os homossexuais têm "alguma coisa errada", respondeu: "O que eu acho cruel é ser uma profissional que quer ajudar e ser amordaçada, não poder acolher as pessoas que vêm com uma queixa e com um desejo de mudança. Isso é crueldade. Eu estou me sentindo discriminada. Há diversos abaixo-assinados de muitas pessoas que acham que eu preciso continuar a atender quem voluntariamente deseja deixar a atração pelo mesmo sexo."

Segundo Justino, a "homossexualidade é algo que pode passar", e para justificar sua opinião, citou os nomes da ex-ministra Marta Suplicy e do fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB) Luiz Mott. "Há um livro do autor Claudemiro Soares que mostra que muitas pessoas famosas acreditam que é possível mudar a sexualidade. Entre eles Marta Suplicy, Luiz Mott e até Michel Foucault, todos historicamente ligados à militância gay", falou.

Fonte: A Capa.


3 comentários:

Rafael F. disse...

e como diz o ditado : '' doa boas intenções o inferno estã cheio ''
Essa aí sim devia ter sido assassinada no ventre da mãe !

Anônimo disse...

Trabalho na área dos Direitos Humanos e defendemos sempre a liberdade de expressão, inclusive religiosa, mas nunca defendemos a mentira premeditada, como aquelas que a psicóloga Rozângela Alves Justino alardeia. Vejamos:
1. Atrela pedofilia a homossexualidade e desconsidera vergonhosamente os pedófilos heterossexuais.
2. Ela afirma que não tem a vivência necessária para transformar um heterossexual em homossexual. Qual vivência ela tem, então, para ter uma visão tão amarga da homossexualidade? Ela teve alguma experiência homossexual e não contou na a entrevista?
3. Ela diz que discurso que prega a aceitação da homossexualidade não faz parte do grupo que ela atende. Então seria legítimo dizer que o grupo que ela atende a procura está sob pressão não do seu eu, mas de outras pessoas que os discriminam.
4. Ela diz que o Conselho Federal de Psicologia a repreendeu porque tem muitos homossexuais e por isso atuou em causa própria. Como psicóloga ela deveria saber que muitos que defendem o respeito aos homossexuais são heterossexuais.
5. Quando ela diz que os movimentos feminista e gay buscam a heterodestruição mente, pois o que se busca são direitos iguais de cidadania.
6. Ela cita Claudemiro Soares como sua fonte, mas a formação dele não é da psicologia e seu site está mais para pregação do que para o debate científico.
7. Ela mente a respeito do pensamento de Marta Suplicy, Luiz Mott e de Foucault. O que eles dizem, em síntese, é que um homossexual pode ter relações heterossexuais e vice e versa, sem perder a sua essência, ou seja, um homossexual pode ter relações com uma mulher, mas a sua natureza não mudará com isso.
8. Ela se classifica como uma ovelha perdida que foi chamada por Deus através de um disco de Chico Buarque. Gostaria de saber quão perdida era essa ovelha, quais traumas ela tinha, quantos sonhos frustrados estavam bombardeando sua cabeça.
9. Dizer que o movimento feminista e o movimento homossexual são comparáveis ao nazismo é tentativa de manipular os que não possuem cultura suficiente para entender o nazismo, que perseguia judeus, negros, ciganos, homossexuais, testemunhas de jeová.
Ricardo

Anônimo disse...

uma pena o mundo estar cheio de HIPOCRITAS IGNORANTES, sem conhecer a doutrina ela compara a estas coisas, lamentavel, todos deveriam saber mais sobre isso, a verdade, como foi realmente, nao o que a midia passa para as pessoas...

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