Guilherme Fontes deve devolver R$ 36 mi à União



Mais uma prova que não é só político que faz coisas mirabolantes com o dinheiro do povo.
A mega-super-hiper-ultra e eterna produção do ator Guilherme Fontes já queimou milhões e ainda não está pronta. Merece os parabéns, já que hoje o filme tem 14 anos de idade! Um adolescente, né Guilherme?

Confira a notícia abaixo:

O governo federal determinou nesta sexta-feira que o ator Guilherme Fontes e sua sócia, Yolanda Machado Medina Coeli, devolvam R$ 35,9 milhões aos cofres públicos por irregularidades na produção do filme Chatô, O Rei do Brasil. Fontes recebeu recursos federais para fazer a obra, que não foi concluída. A decisão é da Controladoria-Geral da União (CGU), que analisou uma auditoria realizada na Agência Nacional de Cinema (Ancine) e ratificou as irregularidades. Em 1995, a Guilherme Fontes Filmes Ltda, empresa dos dois, captou R$ 8,6 milhões com base na Lei Rouanet para filmar a biografia de Assis Chateaubriand, escrita por Fernando Morais. Mas as filmagens foram interrompidas em 1998, por falta de verba. Como até hoje a fita não foi entregue, a CGU determinou a devolução do dinheiro em valores atualizados pela inflação. O parecer será enviado ao ministro da Cultura, Gilberto Gil, que deverá encaminhá-lo ao Tribunal de Contas da União (TCU), para nova análise. Em 2002, a empresa de Fontes solicitou à Ancine novo prazo para a conclusão do filme, até 2005, mas o pedido foi negado. A agência justificou a negativa com o argumento de que a empresa queria repassar a responsabilidade da execução de Chatô para outra produtora. Em 2006, foi condenado pelo TCU a devolver aos cofres R$ 15 milhões pela não-entrega da série de 36 documentários 500 anos de História do Brasil. O tribunal julgou irregulares as contas da Guilherme Fontes Filmes Ltda. Embora 13 episódios tenham sido produzidos e até mesmo exibidos no canal a cabo GNT, a obra, subproduto do projeto Chatô, não havia sido concluída. Em seu relatório, o ministro do TCU Marcos Bemquerer Costa disse que ficaram comprovados "dano ao erário e infração às normas legais". O advogado do ator, Alberto Daudt de Oliveira, não retornou aos pedidos de entrevistas feitos pela Agência O Globo.

Fonte: Diario Catarinense
Fonte: Stylo FM.

Onde foi parar o filme?


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