Star Trek renasce nas mãos do criador de Lost.


Lembro da última estreia de um filme de Jornada nas estrelas no cinema, na época foi o Nêmesis, da Nova Geração. Poucas salas exibindo, marketing quase inexistente e público de alguns gato pingados, todos trekkers e trekkies.

Como não peguei os tempos áureos da franquia, fiquei assustado com o que vi na estreia. Sala para 300 pessoas, lotada, sendo que a maioria eram jovens e não conhecedores das aventuras do capitão Kirk. Fiquei feliz, senti que o gênio por trás de Alias, Lost e Missão Impossível 3, o diretor J. J. Abrams, conseguiu o que queria, reacendeu a chama de Jornada nas Estrelas, para alegria da Paramount.

A Paramount não poupou recursos para financiar o renomado diretor nessa aventura, os efeitos especiais são os melhores que eu já vi, tanto em Jornada nas Estrelas quanto em qualquer outro filme; só poderiam ter sido feitos pela ILM da Lucas Film. Mas são os atores e a trama em volta deles que sustentam o filme, não os efeitos especiais. A relação entre Kirk e Spock, a boa atuação de Pine e Quinto, emocionou os saudosos fãs de Nimoy e Shatner, o primeiro marcando presença na película.

A trama é bem escrita, embora eu não aprove muito a ideia de viagens no tempo e anomalias, mas, ao contrário do Brannon Braga, Abrams conseguiu deixar ela verosímel. O grande trunfo do diretor foi dar um ar mais jovial, mais próximo da realidade dos especatdores, sem perder a excência de Jornada nas Estrelas, que é o foco nos personagens, na relação entre eles, sobretudo de amizade.

Como diz o próprio spot de tv que Abrams fez: "Star Trek is REBORN".









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