The Outs of Outland na trilha do sucesso!


Seguindo a minha profecia o The Outs of Outland conseguiu uma entrevista na imprensa oficial, mais precisamente no Jornal do Brasil. Apesar de ser uma entrevista focada no show do Oasis, eles tiveram a oportunidade de falar um pouco do trabalho da banda e do concurso que ganharam para conhecer o Oasis e assistir um show da banda com tudo pago na Inglaterra.

Confira aqui a matéria que eu fiz sobre o The Outs of Outland, a maior promessa do rock brasileiro.

Abaixo a matéria do Jornal do Brasil.

Pouco antes do show do Oasis, no Citibank Hall, na Barra da Tijuca, dois adolescentes se destacavam entre os 8 mil fãs, em noite de quinta-feira com ingressos esgotados. Logo na entrada, Dennis Guedes, 17 anos, e o primo Tiago Carneiro, 16, foram reconhecidos por um dos admiradores da banda britânica, também ligado no som que os dois garotos fazem com seu grupo The Outs Of Outland. A dupla de jovens da Vila Valqueire, na Zona Norte do Rio, vencera o concurso promovido pelo semanário inglês NME em parceria com o selo Big Brother Recordings. A promoção daria ao ganhador a chance de ver o Oasis ao vivo numa cidade escolhida pelo dono da melhor versão postada no YouTube. Eles, sem pensar muito, escolheram a terra natal dos caras. Antes de partirem rumo ao estádio Wembley, em julho, foram convidados pelo Jornal do Brasil para ver o primeiro show de seus ídolos e contar sobre suas impressões. A banda ainda toca em Curitiba, no domingo, e no Gigantinho, em Porto Alegre, na terça (12).

‘I am the walrus’ se destacou

Das 20 músicas apresentadas pelo grupo inglês, a que mais arrebatou os dois pequenos roqueiros foi I am the walrus, dos Beatles, que fechou a apresentação.

– Eles sempre têm essa mania de tocar nos shows músicas antigas que gostam. Em turnês anteriores costumavam fazer uma versão de My generation, do The Who, também no fim do show – recorda Guedes, que entoou cada verso da música ao lado do primo.

Entre os integrantes do Oasis, o destaque para ambos é o vocalista Liam Gallagher. Por cantar na banda, Carneiro parece ser o mais encantado com a performance.

– Fiquei bastante impressionado com o Liam. Quando o vejo cantando na TV, ele é muito pior. A voz ao vivo dele soa mais potente. Os falsetes do Noel, por outro lado, não são tão bons – compara Carneiro, com o EP de quatro músicas do The Outs numa das mãos.

As quatro faixas próprias (Sing right now, Long sweet lulaby, Bright new rainy day e Little man) estão disponíveis no MySpace do grupo: myspace.com/theoutsband.

O garoto quer entregar o disquinho para os irmãos Gallagher, mas só poderá presenteá-los quando forem à Inglaterra. Os passaportes já estão com os meninos desde a manhã de anteontem.

Além do núcleo-base, a banda tem Gem Archer (guitarra), Andy Bell (baixo), Chris Sharrock (bateria) e Jay Darlington (teclado). Todos aprovados pelo The Outs.

As ações cheias de marra de Liam justificam a fama de carismático que carrega. Ele arremessa toalhas pretas encharcadas de suor e no exato momento em que pisa o palco joga garrafas de água para a plateia. O ponto alto da noite, no entanto, acontece no fim do show. O Gallagher caçula recebe uma bandeira do Brasil, mas, em vez de tremular como a maioria faz, opta por se cobrir com a bandeira como se fosse um fantasma. E assim fica: estático, por quase um minuto.

– Ele parece um louco, principalmente por causa de gestos como esse – brinca Carneiro. – Gosto também da relação com a meia-lua, faz parte do look dele.

Durante a apresentação, a música mais pedida no coro da torcida do Oasis é Live forever. A solicitação é ignorada pela banda. O repertório não foge do previsto. No início, incluem Rock n’ roll star, do primeiro álbum lançado, Definitely maybe (1994). Únicas apresentadas por Liam, Wonderwall e Champagne supernova funcionam.

– Queria ter visto a banda no Rock in Rio, em 2001. Foi com certeza a melhor fase deles. A voz do Liam estava impecável – lamenta Guedes, que aproveitou o giro atual do Oasis para vê-lo no Rio e em São Paulo, ontem.

Do primeiro disco são alçadas ao roteiro Cigarettes & alcohol, Slide away e Supersonic, última antes do bis. O disco novo contribui com Ain’t got nothing, The meaning of soul, The shock of lighthing, To be where there’s love e Waiting for the rapture. As duas últimas vêm em sequência. Os únicos álbum sem faixas que os representem é Be here now (1997) e Standing on the shoulder of giants (2000).

Guerra fria

Quando Noel assume os vocais principais, Liam sai do palco. A cena é vista em The masterplan, The importance of being idle, Waiting for the rapture e Don’t look back in anger.

– Para mim, é como se fosse uma guerra fria entre os dois. Nunca se deram bem, mas antes falavam mais sobre isso e brigavam na frente de todos. Hoje é mais discreto – descreve Guedes, notando a tensão que existe entre os dois irmãos.

Fonte: JB Online.

The Outs fazendo cover de Stop Crying your Heart Out do OASIS:



Música propria do The Outs of Outland: Sing Right Now


11 comentários:

Roberto Peçanha disse...

A voz dele cantando Stop Crying your Heart Out é de arrepiar ... muito parecido.. é de assustar... o sucesso q eles vao fazer é visivel .. voz ele tem ... e q por sinal é muito boaaaa! Desejo sorte!

Lady T disse...

Legal o blog =]

Anônimo disse...

eh os mulek ae...

biscoito20 disse...

Bah, nunca gostei de Oasis. Acho muito chato e prepotente.
Mas o engraçado é que esses caras, que são fãs da banda, também falaram que os caras do Oasis são meio fraquinhos em determinados momentos.
Mas vai saber, tem fã pra tudo!

Lemon Blog disse...

Nunca vi fã de Oasis falando q a banda é fraquinha.

Chupadores de Pirulito (English) disse...

Esbrugaiante.;

Anônimo disse...

po mais esses mulek tem classe, fizeram as musica bem feito, qm sera o produtor???

Lemon Blog disse...

Bem que eu queria ser ehehehe.. mas não sou eu.

tiago disse...

Bom...eu sou o vocalista do The Outs Of Outland e gostaria de esclarecer que alguns trechos que foram escritos no jornal não corresponde integralmente com o nosso pensamento.
Nós dois adoramos o show e somos realmente fãs deles e temos eles como maior influência e nunca disse que eles são meio fraquinhos. Na verdade eu disse que achei melhor ao vivo que pela televisão e que os falsetes do Noel não eram tão fortes quanto pensávamos , mas nunca deixando de ser bons.
O fato é que analisamos mais pelo fato de estarmos ligados com música e estarmos querendo aprender com os mestres do que querer critica-los.

Afinal, não é qualquer um que consegue vender 50 milhões de discos.:P

Cheers

Roberto Peçanha disse...

fazia tempo que uma musica não mexia tanto comigo ... Bright new rainy day é otmaaaa .. depois de Let there be love ... Bright new rainy day passa a ser mais uma musica bacana pra deita .. fecha os olhos e pensar em alguem!

Anônimo disse...

pra quem quizer saber o Produtor Fonográfico do E.P.- Maybe Pleasing do "The outs of outland", Dennis e Tiago é o "SENTINELA"-luizrbpg@hotmail.com, foi gravado, mixado e masterizado no estudio rock togheter, e estudio lotus,em janeiro/2009 em São Paulo,foi Dirigido por Kaue Mazon, Produtor Musical e Contra Baixo- José Nery, Baterista-Vitor Balleste, Piano-Léo Pinotti todos da banda GRANADA, fonte ABRAMUS

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