Divã - O Filme


Segunda a tarde, minha tia me chamou para ir no cinema, eu fui. Claro que ela escolheria o filme e quando escolheu esse já pensei "meu Deus, vai demorar"...

Porém o filme surpreende, é uma boa comédia romântica e um ótimo passatempo para quem tem tempo para passar ( boa essa em? ); o roteiro é simples, não há nada grandioso, mas a ideia do filme é essa, uma história que poderia acontecer com qualquer um, e acontece! Piadas leves, drama leve e lições leves... O filme é assim, leve, engraçado e despretensioso; mas o que sustenta ele são os atores que fazem o filme ser muito mais do que é, até o Reynaldo Gianecchini está bem nele.

Por ser um filme brasileiro, estrelado pela Lília Cabral e José Mayer, é sempre bom comentar do aúdio e da imagem, dessa vez o aúdio está bom, mas a imagem tem as suas falhas, mesmo sendo um filme urbano acho que a fotografia também poderia ter sido melhor pensada.

É um bom programa se você não tiver mais o que fazer ou quiser ir acompanhado com alguém, divirta-se.


Sinopse:
Mercedes (Lília Cabral) é uma mulher de 40 anos, casada com Gustavo (José Mayer) e mãe de dois filhos, que decide procurar um psicanalista. A princípio, a decisão, que seria apenas para matar uma curiosidade, provoca uma série de mudanças em seu cotidiano. No divã, Mercedes questiona seu casamento, a realização profissional e seu poder de sedução. A melhor amiga, Mônica (Alexandra Richter), companheira de todos os momentos, vê de perto a transformação de Mercedes e participa de suas novas experiências e descobertas, apesar de nem sempre concordar com suas escolhas.



Em tempo: achei o trailer de Budapeste muito mal feito, horrível! Mas o filme tem tudo para ser bom.

Trailer de Divã:


Pesquisando sobre o filme no Google deparei com essa notícia intrigante:

"É irrelevante saber com quem a pessoa dorme", diz Gianecchini

Reynaldo Gianecchini conta na Dom, revista voltada ao público gay, deste mês, que freqüenta boates GLS. "Balada é uma coisa nova, já que sempre fui casado e mais tranqüilo".

"As GLS são as que têm melhor som e todo mundo fica mais à vontade, convivendo no mesmo espaço, cada um com seu interesse e suas diferenças, sem as brigas clássicas das baladas de playboys e patricinhas", continua.

Sobre o universo homossexual, esclarece: "Para mim, sempre foi irrelevante saber com quem a pessoa dorme. Nunca entendi por que a opção sexual pode ser tão ameaçadora ou excluir tanto. Se você tem bom caráter, então é bem-vindo ao meu círculo de amigos"

Fonte: Terra.

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