Crítica: Anjos e Demônios.


Para os desavisados, Anjos e Demônios pode parecer a seqüência de O Código Da Vinci, mas na verdade ele é o primogênito. Seguindo a rasteira do sucesso do Código, Anjos e Demônios, o livro, sempre ficou na sombra do irmão mais novo e só conseguiu um lugar ao sol, e nos cinemas, graças ao sucesso do filme que trata sobre o relacionamento de Jesus com Maria Madalena.

Menos polêmico, mas tratando de assunto delicado – morte do papa; o livro Anjos e Demônios é mais imediatista, frenético, típico de autores iniciantes, com muitas informações em pouco tempo. O filme também passa essa sensação, deixando aqueles que não estão familiarizados com o tema um pouco deslocados. Porém Anjos e Demônios funciona melhor que Código Da Vinci, que foi fraco em face do livro.

Tom Hanks tem uma atuação que não inspira, mas não compromete, sua companheira Ayelet Zurer passaria batida se não tivesse participação relevante no enredo, já Ewan McGregor rouba a cena, transformando o seu personagem, teoricamente menos importante que o professor Robert Langdon, no mais notável do filme.

Anjos e Demônios é tão bom quanto o livro, não é genial, pois o livro também não é, mas é um ótimo entretenimento. Já Código Da Vinci veio de um livro genial e não conseguiu corresponder à altura. Será que teremos a filmagem de Ponto de Impacto? Fortaleza Digital dificilmente irá para o cinema, uma vez que é o mais fraco dos livros de Dan Brown.

Em tempo: A Igreja Católica não permitiu a filmagem no Vaticano, ponto alto para os efeitos especiais que mascaram o fato, parecendo que a película foi realmente filmada nas terras do Papa.




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