Adidas faz festa em mansão nazista e Red Bull Cola com traços de cocaína.


Acho que essas empresas estão ficando loucas! A Coca-Cola não tem cocaína em sua formula, ok? E a Coca Zero não engorda, é ZERO calorias e açucar, pode ter muito gás mas o gás que entra, sai.

A enrascada nazista da Adidas
Por Daniel Hessel | 26/05/2009 - 16:16

A maré não é das melhores para a alemã Adidas no Brasil - pelo menos em imagem da marca. Não bastasse a revista Istoé ter estampado em sua capa a foto de um homem acusado de nazismo vestido com a camiseta da seleção alemã (com a marca da Adidas bem visível), agora veio o episódio da festa decorada com símbolos que remetem ao Terceiro Reich, conforme matéria publicada hoje no Estadão a partir de um post no blog de João Paulo Cuenca, no Globo Online.

No caso da capa da revista, é obvio, a marca acabou envolvida por acaso em uma situação sobre a qual não tinha qualquer controle. Já no segundo, a situação é mais séria. A Adidas alega nos jornais que não sabia que a casa alugada por ela para a festa realizada na noite de sexta feira era decorada com elementos de memorabilia nazi (e não há motivos para suspeitar do contrário). O problema é que, uma vez que ela era promotora da festa e sua marca estava estampada nos quatro cantos da casa, alguém na empresa tinha a obrigação de saber o que havia dentro da mansão.

Casos como esse, em que a empresa mancha sua reputação ao tentar promover ações de marketing arrojadas, são mais comuns do que se imagina. A Nike, no ano passado, se enrascou ao tentar se promover através de blogueiros. A Red Bull, há três anos, se meteu em uma fria ao distribuir energético para bombeiros que socorriam as vítimas de um acidente nas obras do metrô em São Paulo. Coincidentemente, em ambos os casos a resposta era a mesma: a empresa desconhecia as ações. Como isso pode acontecer? Como uma empresa gigantesca, com uma expertise mundial em ações de marketing, desconhece o que está sendo feito de sua marca?

A lição que fica é que marketing - seja ele tradicional, de guerrilha ou de boca a boca - não é tarefa para amadores.

Fonte: Exame Blog 4P.

*Com traços de cocaína, refrigerante da Red Bull é proibido na Alemanha.

Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.

As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.

Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.

Análises do Instituto Estadual para Saúde e Trabalho do Estado de Renânia do Norte-Palatinado constataram no refrigerante uma concentração considerada pequena, de 0,4 microgramas de cocaína por litro.

"O instituto examinou Red Bull Cola em um processo químico minucioso e realmente encontrou traços de cocaína", confirmou o diretor do departamento de segurança alimentar do ministério alemão para Defesa do Consumidor, Bernhard Kühnle.

"A quantidade é absolutamente irrelevante", reconheceu Wilhelm Deitermann, porta-voz da Secretaria de Saúde do estado de Renânia do Norte-Vestfália.

"Não é possível tomar tanto, a ponto de a bebida fazer mal", disse. Entretanto, a substância é proibida por lei.

Exagero

Na Alemanha, os Estados deliberam autonomamente sobre assuntos envolvendo proteção ao consumidor.

O produto foi retirado das prateleiras nos estados alemães de Hesse, Renânia do Norte-Vestfália, Turíngia, Renânia do Norte-Palatinado e Baviera. Outros estados alemães também estudam a suspensão da venda de Red Bull Cola.

Os traços de cocaína não são frutos de contaminação e derivam da própria fórmula da bebida, que inclui um extrato de folhas de coca em que a cocaína é retirada.

Segundo a Red Bull, extratos de folha de coca "descocainizados" não oferecem risco à saúde, sendo usados como aroma em produtos alimentícios no mundo inteiro e permitidos tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos.

"Nossa opinião é que o produto é plenamente comercializável", garantiu à imprensa alemã Frank Farnsteiner, representante da Red Bull na Alemanha. A companhia anunciou que está em contato com as autoridades para resolver a questão.

Alguns veem exagero na proibição. "Se fôssemos examinar outros produtos alimentícios e bebidas com o mesmo nível de sensibilidade que a usada com a Red Bull Cola, seriam achadas muitas outras coisas", afirmou o farmacologista Fritz Sörgel, diretor do Instituto de Pesquisa de Biomedicina e Farmacologia de Nuremberg.

O especialista em doping e entorpecentes analisou algumas amostras da bebida e também constatou a presença de cocaína. Mas a descoberta não o surpreendeu. "Cafés descafeinados também contêm ainda alguma cafeína", comparou.

O refrigerante da Red Bull está no mercado alemão desde o ano passado. A multinacional austríaca anuncia seu produto como uma bebida feita apenas com ingredientes naturais, sem adição de conservantes e outros aditivos sintéticos.

Segundo o fabricante, Red Bull Cola é o único refrigerante tipo cola contendo extratos de folhas de coca e noz-de-cola.

Nos últimos anos, os energéticos da empresa enfrentaram críticas das autoridades sobre possíveis riscos à saúde. No ano passado, o governo alemão alertou sobre os perigos do consumo associado com álcool ou depois da prática de esportes, que poderia levar a distúrbios do ritmo cardíaco ou até a falência dos rins.

Na época, argumentou-se que o refrigerante da Red Bull contém grandes quantidades de cafeína e taurina, substâncias que podem ser perigosas para pessoas com doenças cardíacas, pressão alta ou sensibilidade à cafeína.

Fonte: BBC Brasil.

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